Rapsódia: Anjos e Demônios

26/01/2009

SORÍNIA – O CONTINENTE FLUTUANTE

Nem me perguntem de onde esse texto apareceu, só sei que encontrei no meio dos aruivos de Rapsódia, em meu computador e resolvi postar para apreciação do público. Pra falar a verdade eu não li ainda…

Há muito tempo atrás, todas as coisas foram criadas, até que Zéphiro, Deus dos Ventos, resolveu criar um desafio à altura de todos os seres que viviam sobre a superfície de Rapsódia. Ele queria algo que fizesse transparecer seu eterno bom humor e a dificuldade em alcançar os Deuses. E num rápido toque de esplendor divino ele criou uma porção gigantesca de terra que cobriu quase toda a extensão da superfície flutuando a alguns poucos quilômetros de altura do nível da água. Sphinx, Deusa das Trevas, adorou a idéia de cobrir a superfície com sombras, porem logo encontrou-se desiludida quando Luche, Deus da Luz, criou um segundo astro-rei para fornecer iluminação e calor para as áreas cobertas por Zéphiro. Kalipdra, Deusa das Águas, garantiu que seu elemento nunca faltaria nas terras de Zéphiro e também que Ela não deixaria de banhar de, tempos em tempos, as terras da superfície. Lohann, Deus da Terra, com toda sua força, aplicou maior dificuldade ao desafio e cercou toda as Terras Flutuantes com montanhas intransponíveis por meios convencionais.

Nenhum vulcão, nenhum risco de possíveis tempestades. Seria um lugar perfeito para viver àquele que primeiramente as conquistasse. Uma terra tocada por todos os Deuses, com exceção de Azura, Deus do Fogo, que achava uma afronta enorme a simples idéia de mortais alcançarem os Deuses.

Ainda assim seria uma terra maravilhosa que proporcionariam ótimos dias para aqueles que a habitassem. Seria a terra sem guerras prometida a qualquer povo que procurasse paz…

PAZ…

Assim Zéphiro inventou uma palavra que significaria ”PAZ” entre todos aqueles que seguissem seus ensinamentos. “Sorínia”.

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24/01/2009

Roda da Vida – A Origem dos Deuses

Filed under: Panteão — Tags:, , , , , , , , , — Alex Pongitori @ 01:31

Existiam três grandes entidades supremas. Sua origem, nomes, desígnios e quaisquer outras coisas eram desconhecidos, até pelos próprios deuses, que ainda não existiam.

Não tinham ambições; não tinham desejos; não tinham perspectivas.

Em algum momento, que não é possível definir visto que o conceito de tempo também não existia, um deles desperta tomado de Consciência.

Imagina possibilidades; projeta planos; faz previsões.

E inicia um diálogo.

Explana sobre tudo o que sonhou, sobre tudo o que viu. Fala dos seus propósitos.

Um segundo desperta tomado pela Paixão.

Imaginando a nova realidade, excita-se com as possibilidades. Com as suas possibilidades.

Concluíram que nada existiria que não por sua vontade.

Descobriram também que eram diferentes. Queriam coisas distintas.

Iniciaram uma discussão.

Do caos liberado, um terceiro desperta. Tomado de Espírito.

Põe um fim a disputa, trazendo equilíbrio de volta.

Os Três retornam aos seus tronos.

Agora dotados de Consciência, Paixão e Espírito. separador

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