Rapsódia: Anjos e Demônios

15/04/2009

Etnias de humanos para Rapsódia no blog RpgVirtual

Filed under: Sorínia — Tags:, — Mestre Emilson @ 02:06

O companheiro Alexandre postou um artigo sobre o cenário de rapsódia no blog RpgVirtual. Isso por que o texto ainda não está terminado, e assim ele prefiriu não postar aqui, para que não precise editar para corrigir alguns erros no futuro.

Por ter ligação com o cenário que estamos criando, resolvi postar esse artigo para criar um link e agregar a informação a esse blog.

o artigo apresenta as etinias dos humanos, como o próprio titulo do artigo sugere.

Os humanos se dividem os cinco etnias: Tatchars; Mozes, Lêedas, Suranos e Bégamos. As etnias não podem ser consideradas como ‘raças diferentes’, mas sim um modo como eles vivem. Não interferem em como se tornarão aventureiros.

Algumas observações que devem ser feitas antes de conhecer os humanos na sua parte mecânica:

Para ver o artigo completo, clique AQUI.

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Elfos – O inicio de um império

Filed under: Eminarod — Tags:, — Mestre Emilson @ 01:35

Não é estranho você olhar as estrelas e não perceber a beleza que percebia a décadas atrás.

Não é estranho ouvir uma música e perceber que o tempo de composição é nitidamente curto, por não trazer a grandiosidade do passado.

Não é estranho ver uma roupa, armadura, arma ou escudo e sentir que o trabalho não tem o mesmo refinamento de outrora.

Não é estranho notar que um povo de poesias, danças, músicas e das artes mágicas passou a ser um povo de guerras, lutas e estratégias militares em tão pouco tempo.

Esses somos nós, os Elfos Imperiais.

Taniel Eliondar, General de Katiópa

Há pouco mais de dois séculos nós, os elfos, éramos uma civilização que valorizava as coisas naturais e as belezas simples. Vivíamos nas Florestas, em clãs de menos de 200 integrantes. Nossas vilas se mesclavam às árvores, causando pouco dano ao meio ambiente. Nós caçávamos. Plantávamos e colhíamos vegetais, utilizando nossas habilidades mágicas para sobreviver sem a necessidade de desmatar e arar a terra. Mas os tempos mudaram.

Viramos um Império.

Vieram os ataques. Começamos a perder amigos, famílias, clãs, vilas. Fomos pegos por uma guerra, de cobiça e ambição. Lutamos, enfrentamos, mas não éramos um povo de guerra, éramos um povo de poesia. Mas enfrentamos. E perdemos. Ou pelo menos perderíamos.

Tínhamos a vantagem de está em nosso ambiente, em nosso território, mas isso não bastava nem para equilibrar as forças. Estávamos perdendo.

Vilas e mais vilas estavam desaparecendo. Líderes se reuniam para alcançar uma alternativa, estávamos longe de mudar a situação, mas lutávamos. Porém, estávamos perdendo.

Mas então surge Gibraltar, o primeiro general.

As defesas élficas estavam dividas em grupos pequenos de quantidades variadas, chegando a no máximo 100 elfos. A força inimiga estava bem mais organizada e em maior número. Gibraltar se reuniu com o Conselho dos Anciões, formado pelos cinco elfos mais velhos, e propôs a união dos elfos em grupos maiores sobre o comando de um general. Os Anciões eram contra, pois tanto poder nas mãos de poucos era perigoso. Mas os elfos estavam morrendo e perdendo a guerra. A proposta foi aceita.

A organização apresentada e adotada foi:

  • Um General no comando de 10 Lordes;

  • Um Lorde no comando de 10 Capitães;

  • Um Capitão no comando de 10 Guerreiros.

Organização que se mantém até hoje.

Com a organização apresentada por Gibraltar, a situação começou a mudar. Com uma estratégia mais elaborada os inimigos se viram desprevenidos e as vitorias começaram a surgir. Naquele momento não havia o que pensar, a não ser sobreviver e alcançar a vitoria. Diante das bens sucedidas manobras do General Gibraltar, mais e mais poderes foram lhe dando. E no final a guerra foi vencida e os inimigos expulsos das terras élficas. Venho então outro problema.

Uma grande quantidade de elfos viram em Gibraltar uma forma de garantir que momentos como os que haviam se passado jamais aconteceriam. O que foi fortemente rejeitado pelos anciões. Porém, os Anciões não tiverem poderes suficiente para impedir a ascenção de Gibraltar, que em pouco tempo foi coroado o primeiro Imperador do povo élfico. Contado com o apoio com quase todos os seus comandados e com os heróis que mais se destacaram durante a guerra, não houve o que os Anciões pudessem fazer, a não ser se retirarem.

Com a saída dos Anciões, Gibraltar e seus generais iniciaram a reestruturação das moradas élficas. Castelos e Fortes no lugar de casas protegidas pelas árvores. Armaduras pesadas, no lugar de roupas leves, que permitiam a fácil locomoção, treinos diários, no lugar de admiração a arte. Em pouco mais de um século, os elfos não eram mais como antes, porém, se sentiam uma unidade capaz de enfrentar qualquer perigo.

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